quarta-feira, 19 de setembro de 2018
segunda-feira, 8 de maio de 2017
Jonzip (Escócia - The Zips) ao Vivo esta semana Maio 2017
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domingo, 5 de dezembro de 2010
Tilt - Só quero o Rock , 7" , 1981
"Só quero o Rock"
"Neste País"
Deixo um anúncio promocional de 1982, altura que os Tilt editaram o seu 3º single, "Playboy" pela Materfonis,subsidiaria da Discossete, editora pela qual os Tilt editariam o mini-Lp "Ideias", um disco que soa um pouco a "fim de festa", pop-rock sem grande interesse.
No myspace dos Tilt, pode-se ouvir um inédito dos Tilt, "Século XX", mais uma boa malha.
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segunda-feira, 27 de julho de 2009
FM - Em Rock , 1981

Este foi o segundo single editado pelos FM , viu a luz do dia em 1981 , tinha o título "Em Rock" , sobressaindo-se a música "Estou Farto" , um malhete à punk rock , terá sido um equivoco ? isto porque esta música destoa de todas aquelas que os FM produziram. O lado B é de fugir a sete pés , disco sound new wave do piorio.
FM - Estou Farto / Gravatas Não , 7" , 1981 , Roda Rock download
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quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
Peste & Sida , Fotos e Fanzine

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segunda-feira, 12 de janeiro de 2009
Raridades , edição , disco vinil , Punk Português anos 80

Foi editado recentemente um single em vinil (ep) com 4 bandas históricas do Punk Português dos anos 80 , Vómito , Crise Total , Censurados e Peste & Sida. Todas as músicas incluídas neste EP são raridades e inéditos que nunca foram editadas antes.
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segunda-feira, 29 de dezembro de 2008
Corpo Diplomático , A Festa , 1979
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segunda-feira, 15 de dezembro de 2008
Tilt , a vida é só bolinhas de sabão

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quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
Go Graal Blues Band - Touch me Now , 1981 , Punk R&B
Go Graal Blues band - Touch me Now / Lay Down , 7" , 1981 , RCS , Pub-rock Punk
download
O único single de sucesso da editora RCS , single um pouco surpreendente , em que o pub rock se confunde com o punk rock nas duas faces do single. Se o tema que dá titulo ao single , começa num tom de balada , com a voz rouca de Gonzo a dar um tom rude a uma balada que deveria ser tudo menos agressiva , à voz crua de Gonzo junta-se a guitarra frenética de Allain nuns soberbos dois minutos onde a guitarra atinge todos máximos de velocidade admitidos pelos códigos do Pub-rock. No lado B do single , Lay Down , nem permite pensar duas vezes , isto é mesmo Dr Feelgood apunkalhado , ou melhor , uns Eddie Hot Rods de Lisboa e arredores.
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sexta-feira, 31 de outubro de 2008
Speeds , the finest Punk made in Portugal
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sexta-feira, 5 de setembro de 2008
Anúncios para o mundo jovem

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quarta-feira, 3 de setembro de 2008
Speeds , o punk-rock feito em português , entrevista



fonte : blog "Toxicidades"
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segunda-feira, 21 de abril de 2008
Faíscas , review concerto Sabugal , 27 Maio 1978
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segunda-feira, 14 de abril de 2008
Minas & Armadilhas , o Punk em Português

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sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008
Curiosidades
Um anuncio de bandas portuguesas , onde se destacam uns tais de Variatus com o selo Punk Rock. Sem dúvida que 1977 foi um ano Punk , e até em Portugal , pena é que fosse dada uma ideia um pouco viciada pela editoras majors cá do burgo.Lou Reed , Punk ? numa altura em que o Punk explodia por essa Europa fora e pelos States nos cá tinhamos o Lou Reed e a Patti Smith como os grandes embaixadores do Punk.
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segunda-feira, 21 de janeiro de 2008
Crise Total : 1ª audição , M&S 1984
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quarta-feira, 19 de dezembro de 2007
The Sadists - A Ira da Corrente , Mini-LP 2007
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sexta-feira, 27 de julho de 2007
Aqui d'el-Rock : a entrevista

Eis a primeira entrevista feita pelo Blog e logo com os Aqui d'el-Rock , os pais do Punk em Portugal , num total de 14 questões. Agradeço aos Aqui d'el Rock a disponiblidade que tiveram para dar a entrevista. Esta será a primeira de muitas entrevista que pretendo fazer , por isso em breve haverá outra entrevista e em principio com outra banda tuga.
P1 - Os Aqui d’el-Rock deixaram um legado importante na música portuguesa, sendo a primeira banda punk a editar um single em Portugal. Sentem que nos dias de hoje há o reconhecimento devido aos Aqui d’el-Rock?
R1 - O projecto Aqui d’el-Rock nunca foi da simpatia da comunicação social. Mesmo na actualidade, os críticos musicais do mainstream tem muita “dificuldade” em perceber e aceitar, a importância desse legado.
P2 - Antes de surgirem com o nome de Aqui d’el-Rock, eram uma banda de rock progressivo. A que se deveu essa mudança do Progressivo para o Punk?
R2 - Isso não foi bem assim. O que aconteceu foi que 3 dos elementos que fundaram os Ad’R já tocavam juntos numa banda que fazia covers. Nessa época em Portugal, era quase impossível fazer originais a não ser que fosse para tocar para uns quantos amigos. Mas a maioria dos temas que se recriavam, nem sequer tinham a ver com esse estilo. Depois e como tínhamos uma vontade enorme de produzir material original e como nos identificámos de imediato com o espírito do movimento punk em Inglaterra, essa mudança aconteceu naturalmente.
P3 - Que bandas influenciaram os Aqui d’el-Rock?
R3 - Logo no início, cada elemento punha no trabalho de conjunto aquilo que haviam sido as suas influências e referências pessoais de uma forma muita básica e sem grandes preocupações com o que se estava a fazer no meio punk. Com o decorrer do tempo, houve uma maior necessidade de nos relacionarmos com o que nos rodeava e aí houve um período em que nos influenciaram bandas como os The Clash, Television, Talking Heads entre muitas outras, ou artistas já consagrados como o David Bowie, Lou Reed, etc.
P4 - Quando surgiram como Aqui d’el-Rock, a palavra “Punk” tinham algum significado para o meio musical Português?
R4 – O significado era idêntico ao de hoje – provocadores que só sabem fazer barulho.
Importância teve muito pouca, até porque o punk teve uma fraca expressão em Portugal.
P5 - Já existiam os Faíscas? Que mais podem contar sobre esses tempos dos primórdios do punk em Portugal?
R5 – Os Faíscas surgiram para aí um dia antes ou dia depois de nós. Nunca se conseguiu apurar o facto com precisão. Algumas das coisas que tínhamos para contar estão já alguma tempo descritas no historial do site dos Ad’R em http://www.aquidelrock.pt/.
P6 - Tocaram muito ao vivo, fizeram inclusive algumas primeiras partes de grupos estrangeiros. Que memórias guardam desses concertos?
R6 – Na maioria foram bons momentos. Nas salas pequenas ou na província, havia um acolhimento e as recepções eram calorosas e frenéticas. Chegávamos a fazer para cima de meia dúzia de encore’s.
Houve no entanto um caso (Lene Lovich, Dramático de Cascais), em que fomos recebidos à tomatada - de acordo com a norma habitual do pessoal que frequentava o espaço para com as bandas lusas, que faziam as primeiras partes de artistas estrangeiros.
P7 - E o concerto com os Eddie & The Hot Rods em 1978 (considerado o primeiro concerto em Portugal de uma banda punk estrangeira) em que fizeram a primeira parte, esse concerto teve algum impacto?
R7 - Teve impacto e teve um mérito, que foi o de forçar a que os organizadores de concertos em Portugal passassem a obrigar os estrangeiros a partilharem o PA com os portugueses, quando estes fizessem as primeiras partes. Nesse espectáculo nós tivemos de alugar o equipamento aos Tantra e o facto de estar tanto material em uso criou grandes problemas.
P8 - Quais os momentos mais marcantes como Aqui d’el-Rock?
R8 - Houve vários, felizmente. Podemos salientar entre outros, as actuações no Brown’s com os Faíscas e os UHF devivo à particularidade do espaço e do ambiente criado. A 1ª parte da Lene Lovich no Infante de Sagres, no Porto, onde tivemos um som impecável - o que era muito difícil de acontecer na altura - e onde o público se entusiasmou ao ponto de obrigar a que tocássemos para lá da meia hora regulamentar para os portugueses, etc, etc.
P9 - O nome dos Aqui d’el-Rock aparece ligado ao mundo Killed by Death (em que existe um coleccionismo fervoroso por bandas punk). Julgam que foi o surgimento dos Ad’R nessas colectâneas KbD que fez renascer o interesse pelos Aqui d’el-Rock?
R9 – Não te sabemos responder. Terá com certeza, contribuído para isso.
P10 - Como é que surgiu o interesse da Rave Up (editora Italiana), em editar o EP dos Aqui d’el-Rock?
R10 – Como é sabido, a Rave-Up é uma editora que se especializou na edição/reedição de discos em vinil de bandas da área do punk da década 70. Por via da Internet, acabamos por ser contactados pelo responsável e o Pier propôs-nos a edição do EP. Naturalmente aceitamos até porque coincidia com o 30º aniversário da fundação do grupo.
P11 - Visto que os discos dos Aqui d’el-Rock quando vão a leilão (Ebay), geralmente acabam nas mãos dos coleccionadores estrangeiros, julgam que o nome dos Aqui d’el-Rock é mais reconhecido no estrangeiro do que em Portugal? A que se deve isso… maior poder de compra ou maior interesse por parte do pessoal lá de fora?
R11 – Com certeza que o interesse de estrangeiros nos Aqui d’el-Rock, prende-se ao peculiar facto de ter havido uma banda portuguesa ligada ao fenómeno punk, a gravar em plena época do seu rebentamento – meados dos anos 70. O poder de compra ajuda muito os que na sua cultura musical têm uma forte ligação ou interesse nesse acontecimento.
P12 - Que bandas portuguesas têm ouvido nos últimos tempos?
R12 – Não temos tido tempo para ouvir o que se faz por cá. Também é verdade que estamos quase que desligados do meio musical português. Estivemos mais de 20 anos afastados e isso fez-nos perder os contactos e as ligações.
P13 - Existem gravações de inéditos dos Aqui d’el-Rock?
R13 – As gravações que existem, pelo menos as do nosso conhecimento, são as que conseguimos recuperar à pouco tempo de umas cassetes encontradas no sótão e que foram captadas em ensaios.
P14 - Projectos para o futuro? Existe a possibilidade de num futuro próximo, de voltarmos a ouvir falar dos Aqui d’el-Rock?
R14 – Se o que queres saber é se os Aqui d’el-Rock voltarão a tocar ou produzir musica, respondemos que não. Tivemos já vários convites para que tal acontecesse, mas recusámos. Os Ad’R tiveram o seu tempo. Não nos faz qualquer sentido, recuperar a sigla apenas para eventualmente ganhar uns cobres, ou para armar figura e aparecer nos media como palhaços.
À cerca de ano e meio, os 3 elementos que formaram o núcleo central dos Ad’R (Fernando, Oscar e Serra), fundaram o projecto “há alma” (http://www.haalma.pt/), onde lentamente e no pouco tempo disponível, se propõe a recriar uma boa parte do tal material que se conseguiu sacar das cassetes de que se falou atrás. É aí que nós pretendemos falar e ligar no futuro, ao passado dos Aqui d’el-Rock.
Aqui d'el-Rock/há alma http://www.aquidelrock.pt/ http://www.haalma.pt/
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